A interação
ocorre quando há comunicação do sistema de comunicação do organismo, através do
cérebro e a medula espinhal, estes são controladores centrais e através de
estímulos recebe a informação, e concentra a informação originada de receptores
sensitivos de todo o corpo, visão, audição, tato, olfato, paladar e outros, os
quais comunicam ao cérebro o estado dos mundos externo e interno, incluindo a
disponibilidade de alimento e a necessidade de comer. O sistema nervoso também
envia instruções aos músculos e às glândulas, dizendo-lhes o que fazer.
O papel do
sistema nervoso na regulação da fome é coordenado pelo cérebro. As sensações de
fome e apetite são percebidas pelo córtex cerebral, a camada externa pensante. Grande
parte do trabalho regulador do cérebro, no entanto, segue para o centro
cerebral profundo sem o conhecimento da pessoa (córtex). Assim o hipotálamo
monitora muitas condições do corpo, inclusive a disponibilidade de nutrientes e
água. Para sinalizar fome, a necessidade fisiológica de alimento, o trato
digestório envia mensagens ao hipotálamo por meio de hormônios e nervos. Os sinais
também estimulam o estomago a intensificar suas contrações e secreções,
causando dor de fome. Quando o seu córtex cerebral torna-se consciente da fome,
você come. A mente consciente do córtex, no entanto, é capaz de sobrepor-se a
esses sinais e possibilitar que a pessoa escolha retardar a refeição, apesar da
fome, ou comer quando não esta com fome.
Assim essa
interação torna-se maravilha do corpo humano, a capacidade de responder ao
perigo físico envolve a ação de ambos os sistemas, o hormonal e o nervoso.
Referencia
Sinzer, Frances, Sienkiewicz. Nutrição:
Conceitos e Controvércias, tradução da 8 ed. Nelson Gomes de Oliveira ....et
al. Barueri, SP. Manole, 2003.

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