Mielorradiculopatia esquistossomótica
É a
forma ectópica mais grave e incapacitante da infecção pelo Schistosoma mansoni,
porém sua prevalência em áreas endêmicas tem sido subestimada. O reconhecimento dessa doença e a instituição
precoce do tratamento desempenham papel fundamental na prevenção de lesões
graves e irreversíveis, assim como na recuperação das pessoas acometidas em
geral jovens em plena fase produtiva.
Diagnóstico
É feito
através dos sintomas neurológicos decorrentes de lesões da medula espinhal, com
base na demonstração da infecção esquistossomótica por técnicas microscópicas
ou sorológicas e na exclusão de outras causas de mielopatia.
O exame
é através da coleta de líquido cefalorraquidiano e exames de imagem da medula
espinhal.
Sinais
e sintomas
Dor lombar,
alteração de força ou sensibilidade de membros inferiores e distúrbio urinário.
Tratamento
Medicamentos
específicos
Referencia
BRASIL, Ministério da Saúde. secretaria de vigilância em saúde. Guia de vigilância epidemiológica e controle da mielorradiculopatia esquistossomótica/MS, Brasilia, 2006.
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