
A importância da boa
alimentação
Existe uma relação direta entre nutrição,
saúde e bem-estar físico e mental do indivíduo. As pesquisas comprovam que a
boa alimentação tem um papel fundamental na prevenção e no tratamento de doenças.
Há milhares de anos, Hipócrates já afirmava: “que teu alimento seja teu remédio
e que teu remédio seja teu alimento”. É isso mesmo. O equilíbrio na dieta é um
dos motivos que permitiu ao homem ter vida mais longa neste século.
Alimentação
saudável é o mesmo que dieta equilibrada ou balanceada e pode ser resumida por
três princípios: variedade, moderação e equilíbrio.
Princípios
da alimentação saudável
·
Variedade: é importante comer diferentes tipos
de alimentos pertencentes aos diversos grupos; a qualidade dos alimentos tem
que ser observada.
·
Moderação: não se deve comer nem mais nem menos
do que o organismo precisa; é importante estar atento à quantidade certa de
alimentos.
·
Equilíbrio: quantidade e qualidade são
importantes; o ideal é consumir alimentos variados, respeitando as quantidades
de porções.
Os
mandamentos da alimentação saudável
São
atitudes que devemos tentar seguir no nosso dia-a-dia. Anote:
1.
Comer frutas e verduras. Por serem alimentos ricos
em vitaminas, minerais e fibras.
2. Para
cada 2 colheres de arroz, comer 1 de feijão. Esses dois alimentos se complementam, principalmente no que diz
respeito às proteínas (a proteína que falta em um, tem no outro e vice-versa).
O hábito bem brasileiro de comer o arroz com feijão tem sido bastante
recomendado!
3.
Evitar gorduras e frituras. Comer em excesso alimentos ricos em gorduras pode provocar o
aparecimento de doenças como a obesidade, doenças cardiovasculares, hipertensão
e diabetes
. 4. Usar
1 lata de óleo para cada 2 pessoas da casa por mês. Essa medida serve para a pessoa
ter uma ideia da quantidade de óleo que deve ser usada no preparo dos alimentos. O importante é não correr o risco de usar óleo
demais.
5.
Realizar 3 refeições principais e pelo menos 1 lanche por dia. Isso evita longos períodos em
jejum. O melhor é comer mais vezes por dia, mas em menores quantidades
(aumentar a frequência e diminuir o volume). Quem fica muitas horas sem se
alimentar acaba sentindo bastante fome e comendo exageradamente — o mesmo
acontece com quem não tem hora certa para comer ou “pula”
uma das
refeições.
mais o
apetite e, por consequência, a gula.
7.
Evitar doces e alimentos calóricos. É importante observar não só a quantidade, mas também a qualidade
dos alimentos, pois muitos deles são pobres em nutrientes e ricos em calorias –
em geral os doces e alimentos gordurosos. Comer exageradamente esses alimentos
facilita o surgimento de doenças como a obesidade, diabetes e doenças do
coração, entre outras.
8.
Comer de tudo, mas caprichar nas verduras, legumes, frutas
e
cereais. Não é preciso
“cortar” nenhum alimento da dieta. Basta prestar atenção nas quantidades e dar
preferência aos alimentos ricos em nutrientes, ao invés de calorias. Importante
ainda é não esquecer dos “sagrados” 8 copos de água por dia.
9.
Atividade física: duração e frequência. O ideal é
fazer um pouco de atividade física todos os dias. Você não precisa ficar várias
horas se exercitando e suando sem parar. “Pegar pesado” é para atletas. Cada um
deve procurar uma atividade que lhe agrade, convidar um amigo para se sentir
incentivado e buscar a orientação de um professor de Educação Física. O que não
pode é ficar parado!

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